domingo, 7 de abril de 2024

INSTALAÇÃO DO PONTO DE INCLUSÃO DIGITAL É DESTAQUE NO RESUMO DA SEMANA

 


Resumo de ações do governo ‘Um novo tempo já chegou!’ – de 1° a 5 de abril de 2024

 

A segunda-feira, dia 1° de abril, começou com celebração. O programa Criança Feliz promoveu na Câmara Municipal a Páscoa da Primeira Infância com brincadeiras e ovos de chocolate para o público do programa. Nesse mesmo dia, teve início o novo horário do expediente das repartições públicas do Município, que passa a ser de 8h às 14h; na terça (2), a Prefeitura publicou nas redes sociais material de campanha sobre o Dia Mundial de Conscientização do Autismo; na quarta (3), foi realizado o 4° Mutirão de Cirurgias Eletivas no Hospital Municipal Maricota. Agora são 80 pacientes operados só este ano de vesícula, hérnia, laqueadura, histerectomia e freio lingual. Ainda na quarta, um outro grande momento da história política de Cidelândia com a inauguração do PONTO DE INCLUSÃO DIGITAL da Justiça Federal. A solenidade contou com a presença do Desembargador Federal, Dr. Roberto Veloso, o juiz federal, Hugo Abas Frazão, e representantes da Polícia Judicial, Polícia Rodoviária e Ministério Público Federal. Com o Ponto de Inclusão, audiências e perícias médicas para benefícios do INSS ou DPVAT passam a ser feitas em Cidelândia. na quinta (4), equipe do Programa Primeira Infância participou de uma formação em Imperatriz sob a coordenação estadual do programa; na quinta (4), secretarias de governo cumpriram agendas dentro do horário de expediente estabelecido, e na sexta (5), Cidelândia recebeu a caravana do Cinema Sobre Rodas para exibição de filme educativo e um outro para público diverso no Ginásio Evandro Maracaípe.

 

Um novo tempo já chegou!











quinta-feira, 4 de abril de 2024

JUSTIÇA FEDERAL INSTALA PONTO DE INCLUSÃO DIGITAL EM CIDELÂNDIA

 


Nesta quarta-feira, dia 3 de abril, às 20h, a Subseção Judiciária de Imperatriz fez a inauguração do novo Ponto de Inclusão Digital (PID) na cidade de Cidelândia. A ação conta com o apoio da coordenação dos Juizados Especiais do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).

Para o juiz federal Hugo Leonardo Abas Frazão – titular da Subseção Judiciária de Imperatriz, a implementação do PID torna os serviços judiciais mais acessíveis para os cidadãos dos municípios distantes, como descreve o magistrado. “Ao oferecer serviços digitais (audiências e conciliações) e presenciais (perícias médicas), reduzimos a necessidade de deslocamento até Imperatriz, garantindo que a Justiça não apenas se aproxime, mas se torne parte integrante das comunidades atendidas. Essa iniciativa consolida a Justiça Federal como um instrumento efetivo de cidadania e direitos”.

É a Resolução 508/2023, do Conselho Nacional de Justiça, que caracteriza o PID como espaço do Poder Judiciário para a realização de atos processuais, como depoimentos de partes, de testemunhas por sistema de videoconferência, bem como o atendimento por meio do Balcão Virtual, instituído pela Resolução CNJ n. 372/2021. Dessa forma, a parceria da Justiça Federal com a Prefeitura de Cidelândia vai garantir atendimentos e consultas processuais; sala de audiência e julgamentos; perícias médicas para benefícios por incapacidade geridos pelo INSS, para DPVAT e outros casos.

Participaram da solenidade o prefeito Fernando Teixeira; a primeira-dama Jéssica Pereira; o presidente da Câmara Valmir da Sol Brilhante, o procurador do município Dr. Luís Carlos; secretários e equipe de governo; os líderes religiosos padre Wesley, pastor Lemoel e pastor Pauleano Silva, além de populares que recepcionaram a comitiva que acompanhou Desembargador Federal Roberto Veloso, composta pelo juiz federal Hugo Abas Frazão; juiz de direito Danillo Herculano Dias; juíza da 2ª Vara Criminal e diretora do Fórum de Açailândia, Selecina Locatelli; diretor de Secretaria da 2ª Vara Federal, Eduardo Niederauer; diretora do Núcleo de Gabinetes da 2ª Vara Federal, Lucélia Brilhante; diretor do Centro Judiciário de Conciliação da Justiça Federal de Imperatriz, César Cassio Rodrigues Oliveira Batista; agente de Polícia Judicial, Senilson Charles Araújo Lima; presidente da OAB – subseção Açailândia, Felipe Andrade, e agentes da Polícia Rodoviária Federal e do Ministério Público Federal.

 







Conselho Federal de Medicina proíbe médico de realizar aborto em gestação acima de 22 semanas

 


O relator da resolução é ex-secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde durante o governo de Jair Bolsonaro (PL)

Médicos brasileiros estão proibidos de realizarem assistolia, procedimento que provoca a morte do feto, em gravidez acima de 22 semanas provocada por estupro. A resolução aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) foi publicada no Diário Oficial nesta quarta-feira (3).

O documento foi aprovado pelo conselho em 21 de março. A assistolia consiste na aplicação de um produto químico que induz à parada do batimento do coração em abortos legais. A partir daí, é realizado um procedimento parecido com um parto para retirada do feto. “Essa resolução proíbe, em gravidez a partir de 22 semanas, você matar o bebê”, afirma o relator da resolução, Raphael Câmara, ex-secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).

A lei, no entanto, não prevê limite temporal para a interrupção da gravidez por estupro. Câmara afirma estar preparado para enfrentar o questionamento legal da resolução. O argumento do CFM é que o Código Penal é de 1940. “Na época, não se poderia prever que em 2024 ia ter gente querendo matar bebê de nove meses. Então é óbvio que o Conselho Federal de Medicina tem que se adaptar aos tempos”, diz Câmara.

Brasil passa a exigir visto de turistas da Austrália, Canadá e dos EUA

 


Documento será exigido em fronteiras terrestres, portos e aeroportos

Os cidadãos da Austrália, Canadá e Estados Unidos, portadores de passaporte comum, terão de apresentar visto para entrar no Brasil, a partir da próxima quarta-feira (10). O documento será exigido em portos, aeroportos e fronteiras terrestres. A partir do Decreto nº 11.875/2024, o prazo inicial para a cobrança era 10 de janeiro, mas foi adiado para abril. À época, em nota, o Ministério de Relações Exteriores (MRE) justificou o novo prazo como necessário para conclusão do processo de implementação do sistema e para evitar consequências negativas para o turismo brasileiro, no período de alta temporada de viagens, no início deste ano.

A exigência do visto derruba a decisão do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, que em março de 2019, tinha dispensado a obrigatoriedade de apresentação de visto a turistas norte-americanos, canadenses, australianos e japoneses, no território brasileiro. A medida foi unilateral, porque os brasileiros continuaram precisando de visto para viajar para aqueles países, conforme regras vigentes em cada um deles. Porém, o MRE explica que a diplomacia brasileira está baseada na reciprocidade de ações, como na exigência de vistos.

Em maio de 2023, o Japão saiu desta lista, quando o Brasil e o país insular firmaram acordo para liberar a exigência de vistos, tanto para os brasileiros que entram na nação nipônica, quanto para os japoneses que chegam ao solo brasileiro. A isenção recíproca entrou em vigor em setembro do mesmo ano e vale para viagens de até 90 dias.

A Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo), em parceria com operadores de turismo e companhias aéreas nesses três países, tem divulgado a necessidade do visto para os turistas a partir de 10 de abril. De acordo com a Embratur, o conteúdo produzido será distribuído em multiplataformas, em formatos como vídeo, peças de redes sociais, hotsite, e-mail e cartazes que serão fixados nos postos diplomáticos do Brasil e informes nos sites das embaixadas brasileiras.

Visto eletrônico – A partir de 10 de abril, os turistas dos três países que desejam conhecer o Brasil devem solicitar o visto eletrônico, o chamado e-Visa, por meio da plataforma: https://brazil.vfsevisa.com, com custo de emissão de US$ 80,90.

O visto 100% eletrônico dispensa o comparecimento do interessado a consulados brasileiros. Por via digital, o requerente poderá apresentar a documentação necessária, por exemplo, por uploads de imagens e foto recente, e receberá o visto eletronicamente, via e-mail. Para entrar no Brasil, precisará apresentar apenas o passaporte válido e uma cópia impressa do visto temporário.

O site ainda recomenda que o visto eletrônico seja solicitado com antecedência para evitar interrupções nas viagens causadas por atrasos ou conexões perdidas. O e-Visa permitirá múltiplas entradas e terá o mesmo prazo de validade dos vistos convencionais: dez anos para norte-americanos e cinco anos para canadenses e australianos. As novas regras serão aplicadas para quem permanecer em território brasileiro por até 90 dias, prorrogáveis pelo mesmo período, desde que não ultrapassem 180 dias a cada 12 meses.

Em caso de dúvidas sobre o e-Visa, o cidadão canadense, australiano ou norte-americano deve enviar e-mail para brazilevisa@vfsglobal.com, informando nome completo, país de cidadania e se for o caso, informações sobre o problema enfrentado, captura de tela ou foto do erro ocorrido, além de dados sobre o dispositivo eletrônico (celular, computador, tablet) usado para acessar o site.

Consórcio do Nordeste pede aumento do FPE e parcelamento de dívidas

Governadores se reuniram com ministros no Palácio do Planalto

 


Governadores do Nordeste apresentaram. nesta quarta-feira (3), a integrantes do governo federal, propostas para aliviar problemas nas finanças dos estados, que se agravaram com as perdas de arrecadação causadas pela desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), em vigor há quase dois anos. O encontro ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília, com a participação dos ministros Rui Costa (Casa Civil), Fernando Haddad (Fazenda) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais). As alternativas propostas preveem aumento do percentual de repasses ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE), o alongamento de dívidas com instituições financeiras e o parcelamento de precatórios (dívidas reconhecidas pela Justiça) e débitos previdenciários.

“Aquilo [desoneração do ICMS] trouxe, sem dúvida nenhuma, um impacto violento, que causou uma redução brutal nas receitas dos estados. Os estados do Norte e do Nordeste foram exatamente os mais afetados. Já no governo do presidente Lula, houve um esforço nesse sentido, que culminou com uma compensação, pactuada em 2023, mas essa compensação não foi suficiente, do ponto de vista de trazer o equilíbrio fiscal, para os nossos estados.

Os estados enfrentam sérias dificuldades, que, repito, têm origem lá, a partir, exatamente, das mudanças do ICMS em 2022”, afirmou a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, presidente o Consórcio do Nordeste, formado pelos nove governadores da região. Ela fez referência a aprovação das leis complementares 192 e 194, em junho de 2022, que impuseram um teto de 17% ou de 18% (dependendo do estado) para o ICMS sobre combustíveis, energia, telecomunicações e transporte público. Anteriormente, havia estado que cobrava mais de 30% de ICMS sobre os combustíveis.

Para neutralizar as perdas de arrecadação, a União foi obrigada compensar as unidades das Federação, e um acordo foi celebrado em março do ano passado, prevendo uma compensação de R$ 26,9 bilhões, a ser equacionada até 2026, por meio, principalmente, do abatimento de dívidas dos estados com o governo federal.

Atualmente, salientou Fátima Bezerra, alguns estados nordestinos, mesmo sendo menos endividados do que estados de outras regiões, como Sul e Sudeste, estão com dificuldades em garantir o custeio da máquina pública, realizar pagamento das despesas obrigatórias, além de incapacidade para investimentos.

“Nós apresentamos ao ministro Haddad algumas alternativas que, no nosso entendimento, trariam um alívio do ponto de vista fiscal, financeiro e orçamentário aos nossos estados”, observou. Uma das reivindicações é o apoio do governo na aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 51/2019, que aumenta de 21,5% para 26% a parcela dos valores arrecadados dos impostos sobre a renda e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados destinada ao FPE.

“Nesses últimos 10 anos, se avançou no que diz respeito ao percentual do imposto de renda e do IPI [Imposto sobre Produtos Industrializados] destinados ao Fundo de Participação dos Municípios, que está em torno de 26%, enquanto esse percentual para os estados ficou estagnado, em torno de 22%. Pedimos o apoio do governo federal para que pudesse avançar a aprovação da PEC 51, que trata da equivalência salarial entre o FPE e o FPM, de forma escalonada em um período de 5 anos”, detalhou Fátima Bezerra.

Alegando necessidade de tratamento isonômico entre o governo federal e os estados, a presidenta do Consórcio Nordeste também enfatizou um pedido de reestruturação do pagamento de precatórios e alongamento de dívidas das unidades da Federação com bancos. “O Nordeste entende que temos que ter um tratamento igualitário, isonômico. O ministro Haddad foi bastante atencioso, ficou de estudar”, adiantou.

O governador do Piauí, Rafael Fonteles, fez questão de dizer que nenhuma das medidas propostas teriam impacto nas contas do governo federal, que busca o déficit zero em 2024. O resultado primário é calculado pela diferença entre receitas e despesas, excluídas receitas e despesas com juros. “São soluções que ajudam os entes da federação, especialmente o Nordeste, sem comprometer a meta fiscal da União no curto prazo”, pontuou.

A reportagem procurou a Casa Civil e o Ministério da Fazenda para falarem sobre as demandas apresentadas pelo Consórcio do Nordeste, mas as pastas disseram que, por ora, não vão comentar. Segundo os próprios governadores, uma resposta é aguardada para cerca de 30 dias. 

quarta-feira, 3 de abril de 2024

Ministra anuncia R$ 24 milhões e defende equilíbrio na divisão de recursos da Lei Rouanet



A ministra da Cultura, Margareth Menezes, explicou que o financiamento será realizado através de recursos do Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Caixa e Correios

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, defendeu nesta terça-feira (2) uma distribuição mais equilibrada dos recursos captados por meio da Lei Rouanet. Durante audiência pública promovida pela Comissão de Educação e Cultura (CE), ela anunciou a liberação de R$ 24 milhões captados por meio da Lei Rouanet para a Região Norte. Projetos aprovados pelo Ministério da Cultura naqueles estados seriam financiados por recursos do Banco da Amazônia, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e dos Correios. A segunda medida destina R$ 5 milhões para projetos desenvolvidos em favelas de Salvador, Belém, São Luís , Fortaleza e Goiânia.

“Identificamos um histórico muito concentrado na região Sudeste, especialmente nas cidades de Rio de Janeiro e São Paulo. Estamos fazendo ações para fortalecer o que já existe, mas também uma ação justa que atenda a um apelo da sociedade: que o fomento chegue a todos os lugares”, disse a ministra da Cultura. Balanço – Segundo Margareth Menezes, a Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei 8.313, de 1991), nome oficial da Lei Rouanet, gerou um impacto de R$ 49 bilhões na economia brasileira entre 1993 e 2018. No ano passado, foram liberados R$ 2,3 bilhões para 3 mil ações culturais.

A ministra da Cultura destacou a importância de iniciativas como a Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar 195, de 2022) e a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Lei 14.399, de 2022). A primeira prevê o repasse de R$ 3,8 bilhões para profissionais do setor, enquanto a segunda destina R$ 3 bilhões ao ano para financiar projetos culturais. “Apenas 0,57% do Orçamento da União é investido na cultura. É como se, de cada R$ 100, apenas R$ 0,57 fossem dirigidos o setor. Mas o retorno que a cultura dá equivale a 3,11% do Produto Interno Bruto. O setor cultural é formado por uma gama vastíssima de profissionais, que compõem uma cadeia produtiva imensa, exitosa e que traz muitas divisas para nosso país”, disse a ministra.

‘Decisão de desonerar municípios não abala relação com governo’, diz Rodrigo Pacheco

 


Presidente do Congresso Nacional retirou reoneração da folha de medida provisória

De acordo com uma reportagem do Metrópoles, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), declarou nesta terça-feira (2) que a revogação de parte da medida provisória (MP) nº 1202/2023 “não abala a relação” e o “bom alinhamento com o governo federal, em especial com o Ministério da Fazenda”. Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, relatou não ter sido avisado por Pacheco sobre a decisão de trazer de volta a desoneração da folha dos municípios.

O Metrópoles aponta que o senador reforçou que a decisão precisaria ser tomada por meio de projeto de lei. “O uso da medida provisoria é que gerou toda essa insegurança”, pontuou. Ele também negou qualquer forma de afronta ou irresponsabilidade fiscal. O ato de Pacheco foi publicado na segunda-feira (1º) e prorroga trechos da MP nº 1.202/2023, por mais 60 dias, e deixar outros trechos perderem a validade.

Ainda segundo o Metrópoles, a consequência prática dessa decisão foi que a desoneração da folha de pagamento dos servidores dos municípios foi retomada, o que custará R$ 10 bilhões aos cofres públicos, na estimativa da Fazenda. Dessa forma, a alta na alíquota de 8% para 20% sobre a folha não passará a valer.

O Metrópoles ainda aponta que o presidente do Congresso, prorrogou a vigência de partes da MP por mais 60 dias. Após acordo, o governo federal já havia concordado em editar o texto e retirar o trecho que tratava da reoneração. Líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP) afirmou que uma comissão mista para trabalhar o tema será instaurada na próxima semana.

“A decisão significa que a discussão sobre o tema da desoneração da folha de pagamento e seu eventual novo modelo devem ser tratados integralmente por projeto de lei, e não por MP. Estamos abertos à discussão célere e ao melhor e mais justo modelo para o Brasil”, ressaltou Pacheco em nota. O presidente do Congresso pontuou ainda que uma MP “não pode revogar uma lei promulgada no dia anterior, como se fosse mais um turno do processo legislativo”, complementa a reportagem do Metrópoles.