terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Mercado reduz previsão da inflação para 3,97% este ano

 


A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – referência oficial da inflação no país – passou de 3,99% para 3,97% em 2026.

A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (9), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

Pela quinta semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e está dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.

A primeira divulgação sobre o IPCA de 2026 será feita nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com o índice de janeiro. Em dezembro, a alta no preço dos transportes por aplicativo e das passagens aéreas fez a inflação chegar a 0,33%, acima do aumento de 0,18% registrado em novembro. O resultado fez o IPCA acumular alta de 4,26% em 2025.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida.

A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Em comunicado, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico.

A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica de juros caia para 12,25% ao ano até o final de 2026, a mesma previsão do boletim Focus da semana passada. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 1,8%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada pelo IBGE para 3 de março.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando ele alcançou 4,8%. A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,50 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique nesse mesmo patamar.

Fonte: Agência Brasil

 

Ministros defendem mais parcerias em investimentos em infraestrutura

 


Em seminário no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ministros da área de infraestrutura defenderam, nesta segunda-feira (9), que os investimentos em áreas como rodovias, portos, aeroportos, saneamento e habitação sejam feitos em parceria com a iniciativa privada.

O titular da pasta das Cidades, Jader Barbalho Filho, ressaltou que investimentos têm que ser uma política permanente. “O Brasil só vai avançar se nós tivermos investimentos, e gerar isso, tem que ser uma situação perene nesse país para que os projetos continuem sendo produzidos, para que investimentos continuem acontecendo, e o Brasil entre em um processo de crescimento”, defendeu.

Na plateia do seminário, estavam representantes do setor privado, como empresas que atuam no setor de infraestrutura, bancos e gestoras de recursos. “A mensagem que nós viemos trazer hoje aqui é que vamos apoiar os investimentos”, disse o ministro aos presentes.

O ministro citou os esforços do governo para redução do déficit habitacional por meio do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).  Segundo Jader Filho, até o fim de 2026 o ministério chegará a 3 milhões de contratos assinados com as famílias beneficiadas.

“O Minha Casa, Minha Vida foi responsável por 85% de todos os lançamentos imobiliários desse país”, enfatizou. Para além do papel do Estado como indutor do desenvolvimento, o ministro das Cidades apontou que, sem a parceria com a iniciativa privada, metas relacionadas à mobilidade e saneamento não serão alcançadas.

Em conversas com jornalistas após a participação no evento, o ministro assinalou que o governo investiu R$ 60 bilhões em saneamento, mas precisa também de recursos privados. “Só assim a gente vai conseguir chegar na universalização de abastecimento de água e esgoto até 2033”, declarou Barbalho Filho.

O ministro dos Transportes, Renan Filho, destacou que o Brasil tem o maior pipeline (horizonte de projetos) de concessão de rodovias do mundo. “Nós vamos contratar R$ 400 bilhões em investimentos privados em parceria com a iniciativa privada”, anunciou, se referindo a obras em rodovias, ferrovias e mobilidade.

“Obviamente, os R$ 400 bilhões não serão investidos apenas em quatro anos, é um ciclo maior”, esclareceu. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, apontou que o país enfrenta um “hiato” (defasagem) de investimentos em infraestrutura equivalente a 1,74% do Produto Interno Bruno (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país ).

“Precisamos de um investimento mínimo no patamar de R$ 218 bilhões por ano”, defendeu. Mercadante enfatizou que o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), conjunto de investimentos do governo federal, alcançou R$ 788 bilhões desde o lançamento, em 2023. “Estamos muito otimistas que vamos chegar a R$ 1 trilhão”, sustentou. O BNDES é um banco público vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e tem como função fomentar o desenvolvimento no país.

No evento, Mercadante anunciou que o banco público aprovou financiamento de R$ 9,2 bilhões para a concessionária EPR Iguaçu realizar obras de melhorias nos 662 quilômetros de rodovias das regiões oeste e sudoeste do Paraná (BR-163, BR-277, PR-158, PR-180, PR-182, PR-280 e PR-483).

A diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES, Luciana Costa, defendeu a participação do banco de fomento no mercado de capitais, ambiente financeiro no qual são negociados valores mobiliários como títulos de dívidas, ações de empresas e participação em fundos de investimentos. É uma forma de as empresas captarem recursos para investimentos.

“O BNDES quer dividir os riscos com os bancos, mas a gente vai dividir os retornos também”, disse. “O mercado de capitais aqui não tem profundidade de prazo e de volume que mercados mais desenvolvidos têm. Mas está crescendo, e o BNDES está fazendo crescer”, disse, acrescentando que o banco tem uma carteira de R$ 80 bilhões em debêntures (títulos de dívidas de empresas).

O diretor-executivo da B3 (bolsa de valores de São Paulo), Gilson Finkelsztain, ressaltou que o mercado de capitais se transformou na maior fonte de captação para as empresas. “Dez, 12 anos atrás, a agenda era inexistente, havia somente o financiamento bancário”, lembrou. Segundo o executivo, em 2025 a economia brasileira teve R$ 496 bilhões só em debêntures, sendo R$ 172 bilhões de infraestrutura.

 

Fonte: Agência Brasil

Caixa e MDS lançam microcrédito para integrantes no CadÚnico

 


O ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e a Caixa Econômica Federal lançaram hoje (9), na capital paulista, a oportunidade de microcrédito para famílias do Cadastro Único (CadÚnico), registro que permite ao governo saber quem são e como vivem as famílias de baixa renda no Brasil.

Ainda em fase piloto, o microcrédito vai funcionar de forma experimental por 90 dias, começando por São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte e depois se estenderá para o resto do país. O empréstimo integra o programa Acredita no Primeiro Passo, que tem por objetivo combater a pobreza e a desigualdade por meio do trabalho, oferecendo crédito e qualificação para famílias de maior vulnerabilidade social.

Os primeiros contratos foram assinados na tarde desta segunda-feira pelo ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias, e o presidente da Caixa, Carlos Vieira. “Não se trata só de um financiamento, é um crédito assistido. Tem o crédito, mas tem a assistência para o próprio negócio, como o negócio da beleza, da gastronomia, do pequeno comércio”, explicou o ministro, em entrevista à Agência Brasil.

“Uma pessoa que quer um financiamento, mas o juro está alto, aqui ela terá uma condição de taxa adequada para o financiamento com a Caixa. Se ela quer [empreender], mas não tem um avalista ou não tem uma garantia, o presidente Lula criou um fundo garantidor”, acrescentou. O foco do programa são mulheres, pessoas negras, jovens, pessoas com deficiência e de povos e comunidades tradicionais. O crédito varia entre R$ 500 e R$ 21 mil, com garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO). O prazo varia entre 4 e 12 meses.

“Nós estamos expandindo esses créditos de forma que essas pessoas consigam desenvolver suas atividades laborais. Esse é o grande propósito”, ressaltou o presidente da Caixa. Algumas das pessoas que serão beneficiadas com o crédito são os ambulantes da Associação Guerreiros, que congrega ambulantes, feirantes e trabalhadores informais de São Paulo.

Segundo a presidente da associação, Margarida Ramos, esse crédito deve ajudar os ambulantes principalmente no momento de compra de mercadorias. “As pessoas querem investir em mercadoria ou obter algum crédito para momentos de necessidade”, disse.  “Eu ficava preocupada porque eu via vários programas do governo para todos os tipos de trabalhadores, mas para o trabalhador informal ele não chegava. Esse programa caiu assim na hora certa”, acrescentou.

Ainda nesta segunda-feira, o ministro lançou, na capital paulista, o Bate-Bola Financeiro, um jogo online de educação financeira, elaborado junto com a bandeira Visa, e voltado para inscritos no CadÚnico. Nesse jogo, os participantes vão responder perguntas de situações do dia a dia sobre controle de gastos, organização do orçamento familiar e planejamento financeiro. A cada resposta correta, o time avança em campo e faz gol. Em caso de erro, o jogador perde a posse de bola, mas pode tentar novamente.

O objetivo do jogo, ressalta o ministério, é que todas as pessoas possam aprender a lidar com dinheiro. “Já trabalhamos com formação financeira desde 2023, mas a linguagem do futebol é um trunfo para democratizar esse conhecimento, com qualificação, apoio técnico e financiamento a esses empreendedores”, disse o ministro, durante o lançamento do jogo.

Gratuito e online, o jogo pode ser utilizado por pessoas de todas as idades, podendo ser acessado tanto do celular quanto do computador.  “Ao levar esse conteúdo de forma lúdica para o público atendido pelo CadÚnico, contribuímos para que esse público desenvolva habilidades essenciais para tomar decisões financeiras mais conscientes ao longo da vida”, disse Rodrigo Cury, presidente da Visa do Brasil.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

PF divulga laudo e aponta que Bolsonaro tem sete doenças crônicas

 


Documento indica necessidade de acompanhamento médico, mas descarta internação no momento.

A Polícia Federal (PF) informou, em laudo médico divulgado na última sexta-feira (6), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é portador de sete doenças crônicas. Ele passou por avaliação clínica, e os documentos de saúde também foram analisados pela corporação.

Segundo o relatório, apesar das condições identificadas, não há indicação atual de transferência para um hospital. Entre os diagnósticos listados estão hipertensão arterial, apneia obstrutiva do sono em grau grave, obesidade clínica, aterosclerose, refluxo gastroesofágico, queratose actínica e aderências intra-abdominais.

O laudo também aponta a presença de sinais neurológicos que podem aumentar o risco de quedas, motivo pelo qual foi sugerida investigação complementar para um diagnóstico mais preciso. Entre as recomendações estão a instalação de barras de apoio em áreas de circulação e no banheiro, além de uma campainha de emergência. O documento ainda orienta acompanhamento nutricional, prática regular de exercícios e tratamento fisioterápico.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex-presidente e a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestem em até cinco dias sobre o conteúdo do laudo. Bolsonaro está preso após condenação a 27 anos e três meses em regime fechado por tentativa de golpe de Estado. Inicialmente mantido na Superintendência da Polícia Federal, ele foi transferido em janeiro para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”.

Brasil registra 145 casos de pancreatite ligados a canetas emagrecedoras

 


Quando considerados também dados de pesquisas clínicas, o total de ocorrências pode chegar a 225.

Entre 2020 e 2025, o Brasil contabilizou seis mortes suspeitas e 145 possíveis casos de pancreatite relacionados ao uso de medicamentos conhecidos como “canetas emagrecedoras”. As notificações foram feitas à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e integram o VigiMed, sistema oficial que acompanha eventos adversos.

Segundo a agência, ainda não é possível confirmar que os episódios tenham sido provocados diretamente pelos remédios. Quando considerados também dados de pesquisas clínicas, o total de ocorrências pode chegar a 225. Os registros envolvem pacientes de estados como São Paulo, Paraná, Bahia e Distrito Federal e estão ligados a medicamentos da classe dos agonistas do GLP-1 — entre eles semaglutida, tirzepatida, dulaglutida, liraglutida e lixisenatida — presentes em fármacos populares como Ozempic, Wegovy, Mounjaro, Saxenda e outros.

A Anvisa reforça que o risco de pancreatite já aparece nas bulas e que, desde abril de 2025, a venda desses medicamentos exige retenção de receita médica, medida criada para ampliar o controle e a segurança no uso. Em nota, a farmacêutica Eli Lilly informou que a pancreatite aguda é uma reação adversa considerada incomum e orientou que pacientes procurem assistência médica ao notar sintomas suspeitos, interrompendo o tratamento até avaliação profissional.

 

STF enquadra caixa dois como improbidade administrativa

 


O STF enquadra caixa dois como improbidade administrativa ao decidir, por unanimidade, que o uso de recursos não declarados em campanhas eleitorais pode gerar punição além da esfera eleitoral.

O entendimento amplia a responsabilização de políticos acusados dessa prática, que poderão responder tanto por crime eleitoral quanto por improbidade administrativa, desde que existam provas suficientes para cada infração.

A decisão foi tomada nessa sexta-feira (6), durante julgamento virtual do plenário da Corte. A votação eletrônica, iniciada em dezembro do ano passado, foi concluída agora, consolidando o posicionamento do Supremo sobre o tema. Conforme o entendimento firmado, as duas esferas de responsabilização são independentes, o que permite a aplicação simultânea de sanções.

Prevaleceu no julgamento o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes. Segundo ele, a existência de um crime eleitoral não impede, por si só, a apuração de atos de improbidade administrativa. Pelo contrário, como resultado do julgamento, ficou definido que caberá à Justiça comum analisar os casos de improbidade, mesmo quando os fatos também configurarem ilícitos eleitorais.

STF enquadra caixa dois como improbidade administrativa

Atualmente, os atos de improbidade administrativa tramitam na esfera cível, enquanto as infrações relacionadas ao caixa dois permanecem sob a competência da Justiça Eleitoral. No entanto, com a nova decisão, o Supremo reforça que cada instância deve atuar de forma autônoma, respeitando suas atribuições legais. Assim, um mesmo fato pode gerar consequências jurídicas distintas, sem que isso represente dupla punição pelo mesmo crime.

O voto de Alexandre de Moraes foi acompanhado integralmente pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, André Mendonça, Dias Toffoli, Edson Fachin, Luiz Fux, Flávio Dino e Nunes Marques. O ministro Gilmar Mendes também seguiu o relator, embora tenha apresentado ressalvas ao entendimento adotado pela maioria.

Segundo especialistas em direito eleitoral, a decisão tende a fortalecer os mecanismos de combate a irregularidades no financiamento de campanhas. Além disso, amplia o alcance das sanções previstas na legislação de improbidade, que podem incluir perda de direitos políticos, multa e proibição de contratar com o poder público.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Na inauguração da UPA de Açailândia, Hildo Rocha destaca o compromisso dele e do governador Brandão com a saúde pública

 












O Governo do Maranhão entregou, nesta sexta-feira (06), uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Açailândia, que funcionará 24 horas por dia. A inauguração reuniu autoridades municipais, estaduais e federais entre elas o deputado federal Hildo Rocha (MDB), que destacou a ampliação da rede de saúde pública em Açailândia.

“O Governador Carlos Brandão entregou mais uma importante estrutura de saúde para o povo de Açailândia. Brandão construiu e já está funcionando um hospital regional de alta complexidade aqui e agora, em menos de um ano, ele inaugura uma UPA de 24 horas que começou a funcionar hoje mesmo, com equipamentos modernos, com serviços de saúde de urgência e emergência. Uma unidade de porta aberta, cujo funcionamento será bancado pelo governo do estado e pelo governo federal”, afirmou.

Benefícios na saúde viabilizados por Hildo Rocha

O deputado Hildo Rocha também destacou ações realizadas por meio de emendas parlamentares de sua autoria em benefício da população de Açailândia.

“Na condição de deputado federal eu tenho contribuído para melhorar a saúde pública em Açailândia, um exemplo é o Centro de Reabilitação que atende pacientes com traumas ortopédicos, deficiência auditiva, visual e intelectual. Hoje os autistas de Açailândia e região tem esse centro especializado para realizar qualquer tipo de tratamento, assim como a pessoa que tiver sofrido qualquer tipo de fratura ele tem a sua disposição naquele centro de reabilitação todos os profissionais e equipamentos necessários para se reabilitar totalmente”, explicou Hildo Rocha.

O deputado citou ainda a construção de uma Unidade Básica de Saúde no Residencial Jardim Aulídia, que é o maior bairro popular de Açailândia.

“Também disponibilizei uma emenda para o ex-prefeito Aluísio construir uma UBS no Jardim Aulídia, local onde o povo sofria até para receber medicamentos de uso continuado, porque tinha que se deslocar para outros postos de saúde para receber um medicamento. Agora os moradores daquele bairro recebem o seu medicamento naquela UBS, ali tem serviço odontológico a disposição de toda a população, assim como médicos e um excelente corpo de enfermagem”, declarou Rocha.

O deputado Hildo Rocha acrescentou que o Centro de Reabilitação contará ainda com oficina de órteses e próteses para produção gratuita dos equipamentos. “Vai ter uma oficina de órteses e próteses onde tudo será produzido e entregue de forma gratuita para o cidadão aqui de Açailândia e região”, destacou Hildo Rocha.

A importância de Orleans para a conclusão e funcionamento da UPA

O parlamentar atribuiu a articulação política feita pelo secretário de assuntos municipalistas, Orleans Brandão, para que a UPA fosse construída e o governo do estado assumir a sua gestão. “O trabalho de Orleans Brandão foi fundamental para que essa UPA fosse construída e o estado assumisse a sua gestão”, assegurou.

https://hildorocha.com.br/2026/02/na-inauguracao-da-upa-de-acailandia-hildo-rocha-destaca-o-compromisso-dele-e-do-governador-brandao-com-a-saude-publica/