segunda-feira, 30 de março de 2026

Correios amplia prazo de adesão ao PDV 2026 para fortalecer transição e segurança dos empregados

 


Em atenção ao diálogo com seu corpo funcional, os Correios anunciam a prorrogação do prazo de inscrições para o Plano de Desligamento Voluntário (PDV) 2026 até o dia 7 de abril.

A decisão visa oferecer mais tempo e segurança para que as empregadas e empregados elegíveis analisem as novas condições de assistência médica, incluindo a expansão regional do Plano Família da Postal Saúde. A ampliação do prazo reforça o compromisso da estatal com uma transição responsável. Com a medida, os profissionais ganham uma janela adicional para planejar seus projetos pessoais e profissionais com base em informações completas sobre os benefícios de saúde e as condições financeiras do programa, que permanecem inalteradas.

O PDV é um dos pilares do Plano de Reestruturação dos Correios, que foca na otimização da rede operacional e na eficiência logística. Ao adequar a estrutura da empresa aos desafios do mercado atual, a estatal reduz custos fixos e amplia sua capacidade de investimento em tecnologia e inovação. “Nosso objetivo é garantir que cada colaborador tenha clareza e tranquilidade em sua decisão. A prorrogação é um gesto de transparência que acompanha o processo de modernização da nossa malha física e digital”, afirma a direção da empresa.

Para auxiliar no planejamento, os Correios disponibilizam um simulador web exclusivo. A ferramenta centraliza o regulamento do programa, permite a simulação do incentivo financeiro e esclarece as principais dúvidas sobre o processo de desligamento e os novos modelos de saúde. A estatal reafirma que a reestruturação em curso é fundamental para recompor a sustentabilidade financeira da instituição e construir um futuro sólido para os Correios e para a sociedade brasileira.

Aneel mantém bandeira verde e conta de luz sem taxa extra em abril

 


A Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou, nesta sexta-feira (27), a manutenção da bandeira tarifária verde durante todo o mês de abril. Com a decisão, os consumidores brasileiros seguem sem custos adicionais na conta de luz, cenário que permanece desde janeiro.

Segundo a agência, a manutenção da bandeira verde é resultado do volume de chuvas registrado em março, que garantiu níveis satisfatórios nos reservatórios das hidrelétricas. Com isso, há menor necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo de produção mais elevado.

Como funciona o sistema de bandeiras tarifárias

Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias funciona como um indicador do custo real da geração de energia no país. A classificação pode variar entre:

 

Bandeira verde — sem cobrança adicional

Bandeira amarela — custo extra moderado

Bandeira vermelha — custo mais elevado

A definição leva em consideração fatores como:

 

Disponibilidade de recursos hídricos

 

Avanço das fontes renováveis

Necessidade de acionamento de usinas térmicas


Aneel recomenda uso consciente

Mesmo com o cenário positivo, a Aneel reforçou a importância do uso consciente da energia elétrica. Segundo a agência, evitar desperdícios contribui para a sustentabilidade do setor e ajuda a manter o equilíbrio no sistema elétrico. A bandeira verde significa que o custo de geração permanece baixo, mas a economia de energia continua sendo recomendada para garantir estabilidade no fornecimento.

Governo muda regras do FGTS e saque-aniversário pode chegar ao fim em breve

 


O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) está passando por uma das maiores discussões dos últimos anos. A grande novidade gira em torno do possível fim do saque-aniversário, aquela modalidade que permite retirar uma parte do saldo todo ano, mas que impede o saque total se o trabalhador for demitido.

Muitas pessoas aderiram ao sistema sem perceber que, em uma eventual saída da empresa, ficariam com o dinheiro “preso” no fundo, podendo retirar apenas a multa rescisória. O objetivo agora é corrigir essa trava, permitindo que quem optou pelo saque anual também tenha direito ao valor integral em caso de demissão.

Essa mudança é muito esperada por quem precisa de liquidez em momentos difíceis. Afinal, o dinheiro do FGTS é uma segurança para o trabalhador e a impossibilidade de usá-lo justamente quando se perde o emprego gera muita frustração e dificuldades financeiras.

Além disso, o debate inclui formas de tornar o fundo mais rentável. Com a economia em constante mudança, garantir que o dinheiro guardado não perca o poder de compra é essencial para que o trabalhador tenha um suporte real no futuro ou na hora de realizar o sonho da casa própria.

Como funciona a transição para o novo modelo

Se você hoje está no saque-aniversário e se arrependeu, sabe que existe uma carência de dois anos para voltar ao modelo tradicional. A nova proposta quer eliminar essa espera, permitindo que a migração seja feita de forma muito mais rápida e sem burocracia excessiva.

O foco é devolver ao trabalhador a liberdade de escolha sobre o seu próprio dinheiro. No entanto, é preciso ter cautela: antes de qualquer mudança definitiva, o projeto precisa passar por votações e ser sancionado, por isso o ideal é continuar acompanhando as atualizações oficiais.

Para quem já usou o saldo do aniversário como garantia de empréstimos, a situação exige um pouco mais de cuidado. Nesses casos, o banco mantém uma reserva do valor para garantir o pagamento das parcelas, e essa parte do saldo continua bloqueada até que a dívida seja quitada.

É fundamental ler as entrelinhas dos contratos de crédito antes de comprometer o fundo. O FGTS é um patrimônio que cresce com o tempo de serviço e usá-lo com inteligência pode ser o diferencial entre ter uma reserva de emergência ou ficar sem apoio em um momento de desemprego.

Novas formas de usar o saldo do fundo

Além das mudanças no saque, o governo estuda ampliar as possibilidades de uso do FGTS para além da habitação e da aposentadoria. O uso do saldo como garantia para crédito consignado no setor privado é uma das apostas para reduzir os juros dos empréstimos pessoais.

Isso permitiria que o trabalhador tivesse acesso a dinheiro mais barato, usando o fundo apenas como um “respaldo” para o banco. É uma alternativa interessante para quem precisa quitar dívidas caras, como o rotativo do cartão de crédito ou o cheque especial, que possuem juros muito mais altos.

Outro ponto importante é a digitalização completa do serviço. Pelo aplicativo oficial, hoje é possível fazer quase tudo: consultar o saldo, solicitar saques e até enviar documentos para a compra da casa própria. Não é mais necessário enfrentar filas em agências para resolver questões básicas.

Manter o aplicativo atualizado e os dados cadastrais em dia é o primeiro passo para não ter problemas. Lembre-se que o governo nunca pede senhas ou dados por e-mail ou mensagens de texto; qualquer procedimento deve ser feito exclusivamente dentro das plataformas oficiais da Caixa Econômica.

quinta-feira, 26 de março de 2026

Lula sanciona PL Antifacção, mas veta punição a criminosos sem vínculo

 


Nova legislação cria crimes específicos contra organizações violentas e amplia penas, com foco nos líderes do crime organizado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta terça-feira (24), o projeto de lei que estabelece novas regras para o enfrentamento às facções criminosas no país. Conhecida como “PL Antifacção”, a medida cria um marco legal mais rígido contra o crime organizado, mas foi aprovada com vetos importantes.

Entre os pontos excluídos está o trecho que previa punições severas para pessoas que atuassem de forma independente, sem ligação formal com organizações criminosas. A proposta original previa penas de até 30 anos de prisão para esses casos, mas o dispositivo acabou retirado da versão final. Ao comentar a sanção, Lula destacou que a prioridade do governo é atingir os principais articuladores do crime organizado, e não apenas executores.

Segundo o presidente, o objetivo é responsabilizar quem comanda as atividades ilegais e se beneficia delas, muitas vezes longe das áreas dominadas pelas facções. A nova lei cria categorias específicas para punir organizações consideradas “ultraviolentas”, definidas como grupos com três ou mais integrantes que utilizam violência, ameaça ou coerção para controlar territórios ou influenciar comunidades.

Entre os novos enquadramentos está o crime de domínio social estruturado, voltado a integrantes que impõem restrições à circulação de pessoas e exercem controle em determinadas regiões. Outro ponto é o crime de favorecimento ao domínio social, que atinge quem colabora com essas organizações, mesmo sem participação direta em atos violentos. Nesses casos, as penas podem variar de 12 a 20 anos de prisão.

A legislação também traz medidas para fortalecer o combate ao crime organizado, como a ampliação das penas — que podem chegar a até 40 anos em algumas situações — e a definição de prazos para a condução de investigações.

Além disso, o texto prevê mecanismos mais rígidos para bloqueio de bens de investigados. Os recursos apreendidos poderão ser destinados a fundos de segurança pública, tanto em nível estadual quanto federal. Quando as investigações forem conduzidas por polícias civis, os valores irão para os fundos estaduais. Já nas ações da Polícia Federal, os recursos serão destinados ao fundo nacional. Em operações conjuntas, a divisão será feita de forma igualitária.

Com a sanção, o governo federal aposta em uma atuação mais estratégica contra facções criminosas, priorizando o desmonte das estruturas financeiras e de comando dessas organizações. A expectativa é que a nova legislação contribua para enfraquecer o poder desses grupos e ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança em todo o país.

Caminhoneiros cancelam paralisação após acordo com o Governo Federal

 


Medida provisória garante fiscalização do frete e prevê reajuste automático com base no diesel

Representantes dos caminhoneiros decidiram cancelar a paralisação nacional prevista após reunião realizada nesta quarta-feira (25), no Palácio do Planalto, em Brasília. O recuo ocorreu depois que o governo federal confirmou o atendimento da principal demanda da categoria: o cumprimento do piso mínimo do frete.

O encontro contou com a participação do ministro Guilherme Boulos, que anunciou medidas para reforçar a fiscalização e garantir o pagamento correto aos transportadores. O acordo foi formalizado por meio de uma medida provisória que estabelece critérios mais rígidos para o cumprimento da tabela do frete.

O novo modelo de cálculo considera fatores técnicos como:

Número de eixos do caminhão;

Tipo e volume da carga transportada;

Condições específicas, como transporte frigorificado ou uso de contêineres.

Outro ponto importante do acordo é a criação de um mecanismo de reajuste automático. Sempre que o preço do diesel variar 5% ou mais, os valores do frete deverão ser atualizados.

A medida busca proteger a renda dos caminhoneiros diante das oscilações no preço dos combustíveis.

Para garantir o cumprimento das novas regras, o governo anunciou a aplicação de sanções progressivas para empresas e contratantes que desrespeitarem a tabela. A expectativa é que a medida reduza irregularidades e traga mais segurança econômica para o setor de transporte rodoviário de cargas. Com o acordo firmado, a categoria decidiu suspender a mobilização nacional, afastando o risco de impactos no abastecimento e na economia.

MEC e Ministério das Mulheres lançam pacote de ações de combate à violência contra a mulher

 


O Ministério da Educação (MEC) e o Ministério das Mulheres (MMULHERES) lançaram, nesta quarta-feira, 25 de março, durante o evento “Educação pelo Fim da Violência”, um pacote de ações para mobilização nas escolas em combate à violência contra meninas e mulheres. As ações dão concretude às iniciativas previstas no Pacto Brasil entre os Três Poderes para o Enfrentamento do Feminicídio, firmado em fevereiro deste ano entre o Governo do Brasil, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário. As ações lançadas vão da educação básica à pós-graduação e abrangem desde a prevenção até o acolhimento de mulheres em situação de violência.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, e o ministro da Educação, Camilo Santana, assinaram a portaria interministerial que dispõe sobre a inclusão no currículo escolar de conteúdos relativos ao combate à violência contra meninas e mulheres, além de um protocolo de intenções com instituições públicas de educação superior e a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica . Também foi formalizado acordo de cooperação técnica para ampliar as vagas do Programa Mulheres Mil – em cursos de qualificação profissional vinculados ao Programa Asas para o Futuro –, com o lançamento do documentário que celebra a trajetória do programa.

A portaria interministerial assinada na cerimônia dispõe sobre a inclusão de conteúdos relativos ao combate à violência contra meninas e mulheres e à prevenção de todas as formas de violência nos currículos da educação básica. A iniciativa deve impactar cerca de 46 milhões de estudantes da educação básica em todo o país.

O ato prevê, ainda, que o Conselho Nacional de Educação (CNE) terá 30 dias para instituir uma comissão destinada a elaborar proposta de aperfeiçoamento das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para a educação infantil, para o ensino fundamental e para o ensino médio. A medida visa conscientizar estudantes e professores sobre a importância da Lei Maria da Penha e reforçar a cultura de proteção à mulher na sociedade.

Protocolo de intenções

O protocolo de intenções firmado entre o MEC, o Ministério das Mulheres, os reitores das universidades públicas e dos institutos federais e o Colégio Pedro II, além das entidades do setor, tem como objetivo prevenir e enfrentar a violência e discriminação contra as mulheres nessas instituições.

Entre as principais atribuições previstas no protocolo estão:

prevenir situações de assédio, discriminação, abuso ou violência contra mulheres;

acolher mulheres em situação de violência nas instituições de ensino;

coibir práticas discriminatórias e encaminhar casos às autoridades competentes;

implementar núcleos de acolhimento nas instituições;

divulgar amplamente os canais formais para denúncias;

promover programas de valorização e incentivo à liderança das mulheres nos espaços acadêmicos;

incentivar planos de trabalho para enfrentamento da violência e envolvimento de homens como aliados na prevenção;

assegurar que o protocolo e os canais de denúncia sejam acessíveis, com versões em linguagem simples, Língua Brasileira de Sinais (Libras) e formatos inclusivos.


A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, ressaltou a importância da iniciativa para transformar a realidade dentro das universidades: “este protocolo visa estimular campanhas permanentes, para que os planos pedagógicos incorporem esse conteúdo e que todos os currículos de graduação incluam o debate sobre gênero, raça e etnia. Que cada universidade tenha uma política de prevenção e atendimento às estudantes e servidoras. O trabalho entre ministérios e organizações é uma construção que reflete a realidade e os desafios em todas as instituições do país. Essa ação conjunta fortalece o compromisso federativo que amplia as condições para que o protocolo seja implementado de forma efetiva em todas as regiões do Brasil”, afirmou a ministra.

O ministro da Educação, Camilo Santana, destacou a atuação conjunta entre os ministérios do Governo do Brasil, as instituições representativas e as organizações de mulheres, destacando a importância de o debate ser inserido na educação básica. “Sabemos que essa discussão [de prevenção e combate à violência contra meninas e mulheres] precisa começar lá no início, com nossas crianças e jovens nas escolas brasileiras”.

Santana ainda completou que as ações dialogam com a “Lei Maria da Penha vai às escolas” (Lei nº 14.164/2021) e que levará a discussão sobre prevenção à violência para milhões de estudantes pelo país, com o objetivo de formar uma nova geração baseada no respeito, na equidade e na justiça. “Não estamos lançando apenas políticas públicas, estamos afirmando um projeto de país, um Brasil onde meninas possam estudar sem medo, um Brasil onde mulheres possam ocupar todos os espaços, um Brasil onde o conhecimento seja um instrumento de libertação, e não de exclusão”, enfatizou.

A construção do protocolo teve a participação do Ministério das Mulheres e do Ministério da Educação, além da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes); da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruen); do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) e do Comitê Permanente de Ações Estratégicas e Políticas para Equidade de Gênero com suas Interseccionalidades da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Mulheres Mil e Programa Asas para o Futuro

Os ministérios também assinaram um acordo de cooperação técnica para a ampliação das vagas do Programa Mulheres Mil, iniciativa que promove a formação profissional e tecnológica de mulheres em situação de vulnerabilidade social. O programa articula educação, cidadania e autonomia econômica.

O objetivo é qualificar 10 mil mulheres nas áreas das Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) mediante a oferta de cursos de capacitação técnica e profissional, prioritariamente destinados a mulheres negras, indígenas, quilombolas, residentes em áreas periféricas urbanas e da zona rural, por meio da Bolsa-Formação, no âmbito do Programa Nacional de Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), a ser executado nos Institutos Federais em todo território nacional.

Na cerimônia, ainda ocorreu o lançamento do documentário que celebra a trajetória do Programa Mulheres Mil, resgatando histórias de transformação e impactos da iniciativa na vida de mulheres de diferentes regiões do país.

O programa Mulheres Mil oferta cursos de qualificação profissional a partir da seleção de grupos de mulheres de uma mesma região ou localidade, que compartilham características socioeconômicas e um potencial de inclusão produtiva e ampliação de renda. A partir disso, são definidas as capacitações e os serviços assistenciais que potencializam os cursos e garantem o usufruto de direitos pelas estudantes.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Donald Trump impõe 15 condições para encerrar guerra contra o Irã

 


Proposta dos EUA inclui restrições nucleares, redução de mísseis e possível suspensão de sanções

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou ao Irã uma proposta de acordo para encerrar o conflito que já dura quase um mês. O plano prevê 15 medidas e a possibilidade de um cessar-fogo inicial de 30 dias para viabilizar as negociações. Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, a proposta norte-americana estabelece exigências relacionadas principalmente ao programa nuclear e ao arsenal militar iraniano.

Entre as condições apresentadas pelos Estados Unidos estão:

 

Compromisso do Irã de não desenvolver armas nucleares;

Limitação do alcance e da quantidade de mísseis balísticos;

Desativação de usinas de enriquecimento de urânio em regiões estratégicas;

Interrupção do apoio a grupos aliados no Oriente Médio, como Hamas e Hezbollah;

Criação de uma zona marítima livre no Estreito de Ormuz.

 

De acordo com o jornal The Wall Street Journal, os Estados Unidos sinalizaram a possibilidade de suspender sanções econômicas impostas ao Irã, especialmente aquelas relacionadas ao programa nuclear.

Além disso, os norte-americanos indicaram que poderiam colaborar com o desenvolvimento de um programa nuclear civil no país, desde que voltado exclusivamente para fins pacíficos e sob monitoramento internacional.

Países como Turquia, Egito e Paquistão atuam como mediadores e tentam viabilizar um encontro entre representantes dos dois países, previsto para esta quinta-feira (26). Até o momento, não há confirmação sobre a aceitação do plano por parte do governo iraniano.