quinta-feira, 12 de março de 2026

Anvisa aprova novos medicamentos para diabetes tipo 1, câncer de mama e doença rara

 


Registros publicados no Diário Oficial autorizam uso de três tratamentos voltados a diferentes condições de saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de três novos medicamentos voltados ao tratamento do diabetes tipo 1, do câncer de mama e do angioedema hereditário. As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União na última segunda-feira (9).

Entre os medicamentos aprovados está o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o desenvolvimento do diabetes tipo 1 em estágio 3. O tratamento pode ser utilizado por pacientes adultos e também por crianças a partir de 8 anos que já estejam no estágio 2 da doença. O diabetes tipo 1 é uma condição autoimune crônica que geralmente surge ainda na infância e pode provocar complicações graves ao longo da vida, como problemas cardíacos, renais e oculares.

Outro medicamento autorizado foi o Datroway®, destinado ao tratamento de pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo. A indicação é para casos em que o paciente já tenha realizado terapia endócrina e pelo menos uma linha de quimioterapia.

A Anvisa também aprovou o Andembry® (garadacimabe), indicado para a prevenção do angioedema hereditário. A doença genética, considerada rara, provoca episódios de inchaço intenso e doloroso em diferentes partes do corpo, podendo afetar pele, mucosas e órgãos internos. Com a aprovação, os medicamentos passam a ter registro no Brasil e poderão ser disponibilizados no país conforme as regras sanitárias e estratégias das fabricantes.

Wagner Moura será um dos apresentadores do Oscar 2026

 

 


A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta quarta-feira (11) parte dos artistas que vão apresentar categorias no Oscar 2026. Entre os convidados está o ator brasileiro Wagner Moura, que subirá ao palco para entregar uma das estatuetas da premiação.

Além de participar como apresentador, Wagner Moura também está entre os indicados da noite. Ele concorre ao prêmio de Melhor Ator pelo filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho. A produção brasileira ainda aparece em outras categorias importantes do Oscar, como Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Elenco, reforçando a presença do cinema nacional na maior premiação do cinema mundial.

A cerimônia do Oscar 2026 acontece no dia 15 de março, no Dolby Theatre, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Entre os outros artistas confirmados como apresentadores estão Nicole Kidman, Pedro Pascal, Channing Tatum e Sigourney Weaver.

 

Pesquisa aponta que maioria dos brasileiros diz não confiar no STF

 


Levantamento da Quaest mostra que 49% afirmam não confiar no Supremo, enquanto 43% dizem confiar na Corte

Uma pesquisa divulgada pela Genial/Quaest revelou que a maior parte dos brasileiros afirma não confiar no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o levantamento realizado em março, 49% dos entrevistados disseram não confiar na Corte, enquanto 43% afirmaram confiar. Outros 8% disseram não saber ou preferiram não responder.

O estudo ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Os resultados também mostram que a percepção varia de acordo com a região do país. No Nordeste do Brasil, a confiança no STF é maior: 52% dizem confiar, enquanto 38% afirmam não confiar. Já no Sudeste do Brasil, 51% disseram não confiar, contra 42% que afirmaram confiar. No Sul do Brasil, o índice de desconfiança é ainda mais elevado, chegando a 64%.

Nas regiões Norte do Brasil e Centro-Oeste do Brasil, metade dos entrevistados (50%) afirmou não confiar na Corte, enquanto 38% disseram confiar.

A pesquisa também identificou diferenças de opinião conforme a renda familiar. Entre pessoas com renda de até dois salários mínimos, 46% afirmaram confiar no STF e 42% disseram não confiar. Já entre aqueles com renda entre dois e cinco salários mínimos, a desconfiança sobe para 52%. No grupo com renda acima de cinco salários mínimos, 51% disseram não confiar no tribunal.

O posicionamento político também influencia a percepção sobre o Supremo. Entre eleitores que se identificam como lulistas, 71% disseram confiar no STF. Já entre bolsonaristas, o cenário é inverso: 84% afirmaram não confiar na Corte.

Outro dado do levantamento aponta que 72% dos entrevistados concordam com a afirmação de que o STF possui poder excessivo. Por outro lado, 18% discordam dessa avaliação, enquanto uma parcela afirmou não ter opinião formada sobre o tema.