quarta-feira, 8 de abril de 2026

Enem dos professores: MEC abre adesão para a Prova Nacional Docente 2026

 


Exame será aplicado em setembro e redes de ensino já podem confirmar participação para utilizar os resultados na seleção de docentes

O Ministério da Educação (MEC) iniciou o período de adesão para a edição 2026 da Prova Nacional Docente (PND), conhecida como “Enem dos Professores”. A iniciativa permite que estados e municípios utilizem o exame como etapa única ou complementar em concursos públicos para contratação de professores da educação básica.

O cadastro das redes interessadas deve ser realizado por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). Quem já participou da edição anterior não precisa assinar um novo termo, mas deve confirmar o interesse em aproveitar os resultados deste ano.

A prova será aplicada em todo o Brasil no dia 20 de setembro, sob coordenação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Já os candidatos poderão se inscrever entre os dias 15 e 26 de junho. A divulgação do resultado final está prevista para dezembro.

A avaliação tem caráter teórico e será realizada nas 27 unidades da federação. O objetivo é apoiar os processos de seleção de professores, mas sem substituir os concursos locais, que continuam sendo organizados de forma independente por estados e municípios.

As notas obtidas pelos candidatos terão validade de até três anos. O acesso aos resultados será restrito às redes de ensino, mediante autorização e identificação dos participantes.

Trump concorda em suspender ataques ao Irã por duas semanas; entenda

 


Decisão foi divulgada nas redes sociais e pode abrir caminho para negociação de paz no Oriente Médio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que concordou em suspender os ataques contra o Irã por um período de duas semanas. O anúncio foi feito por meio da rede social Truth Social, poucas horas antes do fim do prazo estabelecido pelo próprio líder norte-americano para um acordo.

Apesar da trégua, Trump deixou claro que a suspensão das ações militares depende da reabertura do Estreito de Ormuz, considerado estratégico para o transporte global de petróleo. Segundo o presidente, o cessar-fogo seria bilateral e ocorre após o que classificou como cumprimento dos objetivos militares por parte dos Estados Unidos. Ele também destacou avanços nas negociações por um acordo mais amplo de paz na região.

De acordo com Trump, o governo iraniano apresentou uma proposta com 10 pontos, considerada por ele como uma base viável para avançar nas tratativas. O período de duas semanas, segundo o líder, serviria para finalizar e consolidar o acordo.

Além dos Estados Unidos, Israel também deve aderir à trégua temporária, suspendendo os bombardeios enquanto as negociações continuam, conforme informações atribuídas a um alto funcionário da Casa Branca. O possível cessar-fogo é visto como um movimento estratégico para reduzir tensões no Oriente Médio e abrir espaço para um acordo de longo prazo na região.

Governo cria protocolo nacional para investigar crimes contra jornalistas no Brasil

 


Medida busca padronizar apurações, proteger vítimas e fortalecer a liberdade de imprensa

O governo federal lançou nesta terça-feira (7), data em que se celebra o Dia do Jornalista, o Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores Sociais. A iniciativa estabelece diretrizes para apuração de crimes relacionados ao exercício da profissão em todo o país.

O documento foi elaborado no âmbito do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais e será aplicado pelo Sistema Único de Segurança Pública (Susp). A proposta envolve atuação conjunta de órgãos como o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência.

A criação do protocolo ocorre em meio a um cenário de violência contra profissionais da imprensa. Segundo a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o Brasil registrou 144 casos de agressões, intimidações e censura contra jornalistas em 2024.

O novo modelo de investigação considera não apenas o crime em si, mas também o contexto, a motivação e a relação com a atividade jornalística. As diretrizes estão organizadas em quatro eixos principais: proteção imediata das vítimas e familiares, qualificação das investigações, preservação de provas e escuta humanizada, evitando a revitimização e garantindo o sigilo da fonte.

O protocolo também prevê atenção especial a casos mais complexos, como desaparecimentos de profissionais e situações agravadas por fatores como gênero, raça, orientação sexual ou condição social.

Durante a cerimônia no Palácio do Planalto, autoridades destacaram que a medida segue padrões internacionais e busca fortalecer a liberdade de imprensa no país. A proposta pretende melhorar a resposta do Estado diante de ataques a jornalistas, combatendo a impunidade e garantindo mais segurança para o exercício da profissão.

Na mesma ocasião, foi anunciado o Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação, que vai premiar produções voltadas à defesa do meio ambiente e dos povos indígenas. A premiação homenageia o jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira, assassinados em 2022 no Vale do Javari, caso que teve repercussão internacional.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Após 50 anos, NASA retoma voos tripulados à Lua com missão Artemis

 


Espaçonave Orion levou quatro astronautas em missão histórica que marca nova fase da exploração espacial

A NASA realizou nesta quarta-feira (1º) o primeiro voo tripulado à Lua após mais de cinco décadas. A missão, chamada Artemis, levou quatro astronautas ao espaço, marcando um novo capítulo na exploração lunar. A decolagem da nave Orion aconteceu por volta das 19h30 (horário de Brasília), a partir do Centro Espacial Kennedy, localizado em Cabo Canaveral, na Flórida.

Diferente das missões históricas do passado, desta vez os astronautas não devem pousar na superfície lunar. O objetivo principal é realizar um voo orbital ao redor da Lua, testando sistemas e preparando o caminho para futuras operações. A expectativa da agência espacial é que o retorno com pouso humano aconteça nos próximos anos. A previsão inicial aponta para uma nova missão com esse objetivo em 2028, dentro do programa Artemis.

O lançamento representa um avanço importante após décadas sem missões tripuladas ao satélite natural da Terra, abrindo caminho para projetos mais ambiciosos de exploração espacial.

Semana Santa Feliz: Prefeita Edinalva Brandão realiza entrega de peixes em São Francisco do Brejão

 



Ação social garante alimento na mesa das famílias na Semana Santa e fortalece a economia local.

Realmente temos que reconhecer, a prefeita Edinalva é diferente dos iguais, enquanto muitos prefeitos ficam dentro do seu gabinete e manda seus comandados para fazer o serviço a prefeita Edinalva Brandão é quem bota a mão na massa. Como o vereador Allysson Nordan fala: "Quem não vive para servir não serve para viver". A População de São Francisco do Brejão recebeu das mão da prefeita os peixes que servirão para complementar a alimentação familiar na Semana Santa.




terça-feira, 31 de março de 2026

Ratinho Júnior desiste de candidatura à Presidência e declara apoio a Caiado

 


Governador do Paraná elogia decisão do PSD e destaca experiência administrativa do pré-candidato ao Planalto

O governador do Paraná, Ratinho Júnior, anunciou que não irá disputar a Presidência da República e declarou apoio ao nome de Ronaldo Caiado como candidato do PSD nas eleições deste ano. A decisão foi divulgada por meio das redes sociais, onde Ratinho destacou o processo interno do partido na escolha do nome para a disputa. Segundo ele, a legenda demonstrou compromisso com a democracia ao promover um debate equilibrado entre os possíveis candidatos.

Na publicação, o governador paranaense também elogiou o perfil de Caiado, ressaltando a experiência administrativa e o reconhecimento nacional do gestor goiano, especialmente nas áreas de educação e segurança pública.

Ratinho ainda fez menção ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que também havia sinalizado interesse em disputar a indicação do partido. Ele destacou o papel de Leite na reorganização das contas públicas do estado e sua atuação no cenário nacional. Com a decisão, o PSD deve consolidar o nome de Caiado como principal aposta da legenda na corrida presidencial.

Aliada de Trump diz que brasileiros “já decidiram destino de Lula”

 


A deputada norte-americana María Elvira Salazar, aliada do ex-presidente Donald Trump, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será derrotado nas próximas eleições. A declaração foi publicada nas redes sociais e repercutiu no cenário político brasileiro.

A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. Na postagem, a congressista disse que “os brasileiros estão cansados” de Lula e criticou o posicionamento do petista em relação a governos da América Latina. “A liberdade vai vencer, e Lula será derrotado nas urnas”, escreveu.

Partidos usam ‘janela da infidelidade’ para aumentar fatia nos R$5 bilhões do fundão eleitoral

 


A janela de infidelidade partidária, aberta até 3 de abril, é fundamental na divisão dos R$5 bilhões do fundão eleitoral, este ano. Todos os partidos lutam para filiar membros, especialmente deputados federais, já que a partilha leva em conta o tamanho das bancadas e quantidade de votos de 2022, mas inclui “retotalizações até 1º de junho de 2026”, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O destino de 83% (R$4,15 bilhões) do fundão depende do tamanho (e votos obtidos) das bancadas na Câmara.

O resto

Só 2% (R$100 milhões) do fundão é dividido igualitariamente entre os 30 partidos cadastrados no TSE; e 15% dependem da bancada no Senado.

Um ajuda

Recém-criado, o Missão levaria R$3,3 milhões (1/30 de 2%), assim como outros nanicos, mas filiou o deputado Kim Kataguiri (SP). Ganhará mais.

Médio é gigante

PP, MDB, PSD, partidos que mais lutam para filiar deputados, devem ganhar entre 8% e 9% do fundão cada; mais de R$400 milhões.

Cresceu

O PL iniciou a legislatura, em 2023, com 99 deputados. Deve encerrar esta janela com 105 (ou mais) deputados. A parcela do fundão crescerá.

Diário do Poder

segunda-feira, 30 de março de 2026

Correios amplia prazo de adesão ao PDV 2026 para fortalecer transição e segurança dos empregados

 


Em atenção ao diálogo com seu corpo funcional, os Correios anunciam a prorrogação do prazo de inscrições para o Plano de Desligamento Voluntário (PDV) 2026 até o dia 7 de abril.

A decisão visa oferecer mais tempo e segurança para que as empregadas e empregados elegíveis analisem as novas condições de assistência médica, incluindo a expansão regional do Plano Família da Postal Saúde. A ampliação do prazo reforça o compromisso da estatal com uma transição responsável. Com a medida, os profissionais ganham uma janela adicional para planejar seus projetos pessoais e profissionais com base em informações completas sobre os benefícios de saúde e as condições financeiras do programa, que permanecem inalteradas.

O PDV é um dos pilares do Plano de Reestruturação dos Correios, que foca na otimização da rede operacional e na eficiência logística. Ao adequar a estrutura da empresa aos desafios do mercado atual, a estatal reduz custos fixos e amplia sua capacidade de investimento em tecnologia e inovação. “Nosso objetivo é garantir que cada colaborador tenha clareza e tranquilidade em sua decisão. A prorrogação é um gesto de transparência que acompanha o processo de modernização da nossa malha física e digital”, afirma a direção da empresa.

Para auxiliar no planejamento, os Correios disponibilizam um simulador web exclusivo. A ferramenta centraliza o regulamento do programa, permite a simulação do incentivo financeiro e esclarece as principais dúvidas sobre o processo de desligamento e os novos modelos de saúde. A estatal reafirma que a reestruturação em curso é fundamental para recompor a sustentabilidade financeira da instituição e construir um futuro sólido para os Correios e para a sociedade brasileira.

Aneel mantém bandeira verde e conta de luz sem taxa extra em abril

 


A Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou, nesta sexta-feira (27), a manutenção da bandeira tarifária verde durante todo o mês de abril. Com a decisão, os consumidores brasileiros seguem sem custos adicionais na conta de luz, cenário que permanece desde janeiro.

Segundo a agência, a manutenção da bandeira verde é resultado do volume de chuvas registrado em março, que garantiu níveis satisfatórios nos reservatórios das hidrelétricas. Com isso, há menor necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo de produção mais elevado.

Como funciona o sistema de bandeiras tarifárias

Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias funciona como um indicador do custo real da geração de energia no país. A classificação pode variar entre:

 

Bandeira verde — sem cobrança adicional

Bandeira amarela — custo extra moderado

Bandeira vermelha — custo mais elevado

A definição leva em consideração fatores como:

 

Disponibilidade de recursos hídricos

 

Avanço das fontes renováveis

Necessidade de acionamento de usinas térmicas


Aneel recomenda uso consciente

Mesmo com o cenário positivo, a Aneel reforçou a importância do uso consciente da energia elétrica. Segundo a agência, evitar desperdícios contribui para a sustentabilidade do setor e ajuda a manter o equilíbrio no sistema elétrico. A bandeira verde significa que o custo de geração permanece baixo, mas a economia de energia continua sendo recomendada para garantir estabilidade no fornecimento.

Governo muda regras do FGTS e saque-aniversário pode chegar ao fim em breve

 


O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) está passando por uma das maiores discussões dos últimos anos. A grande novidade gira em torno do possível fim do saque-aniversário, aquela modalidade que permite retirar uma parte do saldo todo ano, mas que impede o saque total se o trabalhador for demitido.

Muitas pessoas aderiram ao sistema sem perceber que, em uma eventual saída da empresa, ficariam com o dinheiro “preso” no fundo, podendo retirar apenas a multa rescisória. O objetivo agora é corrigir essa trava, permitindo que quem optou pelo saque anual também tenha direito ao valor integral em caso de demissão.

Essa mudança é muito esperada por quem precisa de liquidez em momentos difíceis. Afinal, o dinheiro do FGTS é uma segurança para o trabalhador e a impossibilidade de usá-lo justamente quando se perde o emprego gera muita frustração e dificuldades financeiras.

Além disso, o debate inclui formas de tornar o fundo mais rentável. Com a economia em constante mudança, garantir que o dinheiro guardado não perca o poder de compra é essencial para que o trabalhador tenha um suporte real no futuro ou na hora de realizar o sonho da casa própria.

Como funciona a transição para o novo modelo

Se você hoje está no saque-aniversário e se arrependeu, sabe que existe uma carência de dois anos para voltar ao modelo tradicional. A nova proposta quer eliminar essa espera, permitindo que a migração seja feita de forma muito mais rápida e sem burocracia excessiva.

O foco é devolver ao trabalhador a liberdade de escolha sobre o seu próprio dinheiro. No entanto, é preciso ter cautela: antes de qualquer mudança definitiva, o projeto precisa passar por votações e ser sancionado, por isso o ideal é continuar acompanhando as atualizações oficiais.

Para quem já usou o saldo do aniversário como garantia de empréstimos, a situação exige um pouco mais de cuidado. Nesses casos, o banco mantém uma reserva do valor para garantir o pagamento das parcelas, e essa parte do saldo continua bloqueada até que a dívida seja quitada.

É fundamental ler as entrelinhas dos contratos de crédito antes de comprometer o fundo. O FGTS é um patrimônio que cresce com o tempo de serviço e usá-lo com inteligência pode ser o diferencial entre ter uma reserva de emergência ou ficar sem apoio em um momento de desemprego.

Novas formas de usar o saldo do fundo

Além das mudanças no saque, o governo estuda ampliar as possibilidades de uso do FGTS para além da habitação e da aposentadoria. O uso do saldo como garantia para crédito consignado no setor privado é uma das apostas para reduzir os juros dos empréstimos pessoais.

Isso permitiria que o trabalhador tivesse acesso a dinheiro mais barato, usando o fundo apenas como um “respaldo” para o banco. É uma alternativa interessante para quem precisa quitar dívidas caras, como o rotativo do cartão de crédito ou o cheque especial, que possuem juros muito mais altos.

Outro ponto importante é a digitalização completa do serviço. Pelo aplicativo oficial, hoje é possível fazer quase tudo: consultar o saldo, solicitar saques e até enviar documentos para a compra da casa própria. Não é mais necessário enfrentar filas em agências para resolver questões básicas.

Manter o aplicativo atualizado e os dados cadastrais em dia é o primeiro passo para não ter problemas. Lembre-se que o governo nunca pede senhas ou dados por e-mail ou mensagens de texto; qualquer procedimento deve ser feito exclusivamente dentro das plataformas oficiais da Caixa Econômica.

quinta-feira, 26 de março de 2026

Lula sanciona PL Antifacção, mas veta punição a criminosos sem vínculo

 


Nova legislação cria crimes específicos contra organizações violentas e amplia penas, com foco nos líderes do crime organizado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta terça-feira (24), o projeto de lei que estabelece novas regras para o enfrentamento às facções criminosas no país. Conhecida como “PL Antifacção”, a medida cria um marco legal mais rígido contra o crime organizado, mas foi aprovada com vetos importantes.

Entre os pontos excluídos está o trecho que previa punições severas para pessoas que atuassem de forma independente, sem ligação formal com organizações criminosas. A proposta original previa penas de até 30 anos de prisão para esses casos, mas o dispositivo acabou retirado da versão final. Ao comentar a sanção, Lula destacou que a prioridade do governo é atingir os principais articuladores do crime organizado, e não apenas executores.

Segundo o presidente, o objetivo é responsabilizar quem comanda as atividades ilegais e se beneficia delas, muitas vezes longe das áreas dominadas pelas facções. A nova lei cria categorias específicas para punir organizações consideradas “ultraviolentas”, definidas como grupos com três ou mais integrantes que utilizam violência, ameaça ou coerção para controlar territórios ou influenciar comunidades.

Entre os novos enquadramentos está o crime de domínio social estruturado, voltado a integrantes que impõem restrições à circulação de pessoas e exercem controle em determinadas regiões. Outro ponto é o crime de favorecimento ao domínio social, que atinge quem colabora com essas organizações, mesmo sem participação direta em atos violentos. Nesses casos, as penas podem variar de 12 a 20 anos de prisão.

A legislação também traz medidas para fortalecer o combate ao crime organizado, como a ampliação das penas — que podem chegar a até 40 anos em algumas situações — e a definição de prazos para a condução de investigações.

Além disso, o texto prevê mecanismos mais rígidos para bloqueio de bens de investigados. Os recursos apreendidos poderão ser destinados a fundos de segurança pública, tanto em nível estadual quanto federal. Quando as investigações forem conduzidas por polícias civis, os valores irão para os fundos estaduais. Já nas ações da Polícia Federal, os recursos serão destinados ao fundo nacional. Em operações conjuntas, a divisão será feita de forma igualitária.

Com a sanção, o governo federal aposta em uma atuação mais estratégica contra facções criminosas, priorizando o desmonte das estruturas financeiras e de comando dessas organizações. A expectativa é que a nova legislação contribua para enfraquecer o poder desses grupos e ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança em todo o país.

Caminhoneiros cancelam paralisação após acordo com o Governo Federal

 


Medida provisória garante fiscalização do frete e prevê reajuste automático com base no diesel

Representantes dos caminhoneiros decidiram cancelar a paralisação nacional prevista após reunião realizada nesta quarta-feira (25), no Palácio do Planalto, em Brasília. O recuo ocorreu depois que o governo federal confirmou o atendimento da principal demanda da categoria: o cumprimento do piso mínimo do frete.

O encontro contou com a participação do ministro Guilherme Boulos, que anunciou medidas para reforçar a fiscalização e garantir o pagamento correto aos transportadores. O acordo foi formalizado por meio de uma medida provisória que estabelece critérios mais rígidos para o cumprimento da tabela do frete.

O novo modelo de cálculo considera fatores técnicos como:

Número de eixos do caminhão;

Tipo e volume da carga transportada;

Condições específicas, como transporte frigorificado ou uso de contêineres.

Outro ponto importante do acordo é a criação de um mecanismo de reajuste automático. Sempre que o preço do diesel variar 5% ou mais, os valores do frete deverão ser atualizados.

A medida busca proteger a renda dos caminhoneiros diante das oscilações no preço dos combustíveis.

Para garantir o cumprimento das novas regras, o governo anunciou a aplicação de sanções progressivas para empresas e contratantes que desrespeitarem a tabela. A expectativa é que a medida reduza irregularidades e traga mais segurança econômica para o setor de transporte rodoviário de cargas. Com o acordo firmado, a categoria decidiu suspender a mobilização nacional, afastando o risco de impactos no abastecimento e na economia.

MEC e Ministério das Mulheres lançam pacote de ações de combate à violência contra a mulher

 


O Ministério da Educação (MEC) e o Ministério das Mulheres (MMULHERES) lançaram, nesta quarta-feira, 25 de março, durante o evento “Educação pelo Fim da Violência”, um pacote de ações para mobilização nas escolas em combate à violência contra meninas e mulheres. As ações dão concretude às iniciativas previstas no Pacto Brasil entre os Três Poderes para o Enfrentamento do Feminicídio, firmado em fevereiro deste ano entre o Governo do Brasil, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário. As ações lançadas vão da educação básica à pós-graduação e abrangem desde a prevenção até o acolhimento de mulheres em situação de violência.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, e o ministro da Educação, Camilo Santana, assinaram a portaria interministerial que dispõe sobre a inclusão no currículo escolar de conteúdos relativos ao combate à violência contra meninas e mulheres, além de um protocolo de intenções com instituições públicas de educação superior e a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica . Também foi formalizado acordo de cooperação técnica para ampliar as vagas do Programa Mulheres Mil – em cursos de qualificação profissional vinculados ao Programa Asas para o Futuro –, com o lançamento do documentário que celebra a trajetória do programa.

A portaria interministerial assinada na cerimônia dispõe sobre a inclusão de conteúdos relativos ao combate à violência contra meninas e mulheres e à prevenção de todas as formas de violência nos currículos da educação básica. A iniciativa deve impactar cerca de 46 milhões de estudantes da educação básica em todo o país.

O ato prevê, ainda, que o Conselho Nacional de Educação (CNE) terá 30 dias para instituir uma comissão destinada a elaborar proposta de aperfeiçoamento das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para a educação infantil, para o ensino fundamental e para o ensino médio. A medida visa conscientizar estudantes e professores sobre a importância da Lei Maria da Penha e reforçar a cultura de proteção à mulher na sociedade.

Protocolo de intenções

O protocolo de intenções firmado entre o MEC, o Ministério das Mulheres, os reitores das universidades públicas e dos institutos federais e o Colégio Pedro II, além das entidades do setor, tem como objetivo prevenir e enfrentar a violência e discriminação contra as mulheres nessas instituições.

Entre as principais atribuições previstas no protocolo estão:

prevenir situações de assédio, discriminação, abuso ou violência contra mulheres;

acolher mulheres em situação de violência nas instituições de ensino;

coibir práticas discriminatórias e encaminhar casos às autoridades competentes;

implementar núcleos de acolhimento nas instituições;

divulgar amplamente os canais formais para denúncias;

promover programas de valorização e incentivo à liderança das mulheres nos espaços acadêmicos;

incentivar planos de trabalho para enfrentamento da violência e envolvimento de homens como aliados na prevenção;

assegurar que o protocolo e os canais de denúncia sejam acessíveis, com versões em linguagem simples, Língua Brasileira de Sinais (Libras) e formatos inclusivos.


A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, ressaltou a importância da iniciativa para transformar a realidade dentro das universidades: “este protocolo visa estimular campanhas permanentes, para que os planos pedagógicos incorporem esse conteúdo e que todos os currículos de graduação incluam o debate sobre gênero, raça e etnia. Que cada universidade tenha uma política de prevenção e atendimento às estudantes e servidoras. O trabalho entre ministérios e organizações é uma construção que reflete a realidade e os desafios em todas as instituições do país. Essa ação conjunta fortalece o compromisso federativo que amplia as condições para que o protocolo seja implementado de forma efetiva em todas as regiões do Brasil”, afirmou a ministra.

O ministro da Educação, Camilo Santana, destacou a atuação conjunta entre os ministérios do Governo do Brasil, as instituições representativas e as organizações de mulheres, destacando a importância de o debate ser inserido na educação básica. “Sabemos que essa discussão [de prevenção e combate à violência contra meninas e mulheres] precisa começar lá no início, com nossas crianças e jovens nas escolas brasileiras”.

Santana ainda completou que as ações dialogam com a “Lei Maria da Penha vai às escolas” (Lei nº 14.164/2021) e que levará a discussão sobre prevenção à violência para milhões de estudantes pelo país, com o objetivo de formar uma nova geração baseada no respeito, na equidade e na justiça. “Não estamos lançando apenas políticas públicas, estamos afirmando um projeto de país, um Brasil onde meninas possam estudar sem medo, um Brasil onde mulheres possam ocupar todos os espaços, um Brasil onde o conhecimento seja um instrumento de libertação, e não de exclusão”, enfatizou.

A construção do protocolo teve a participação do Ministério das Mulheres e do Ministério da Educação, além da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes); da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruen); do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) e do Comitê Permanente de Ações Estratégicas e Políticas para Equidade de Gênero com suas Interseccionalidades da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Mulheres Mil e Programa Asas para o Futuro

Os ministérios também assinaram um acordo de cooperação técnica para a ampliação das vagas do Programa Mulheres Mil, iniciativa que promove a formação profissional e tecnológica de mulheres em situação de vulnerabilidade social. O programa articula educação, cidadania e autonomia econômica.

O objetivo é qualificar 10 mil mulheres nas áreas das Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) mediante a oferta de cursos de capacitação técnica e profissional, prioritariamente destinados a mulheres negras, indígenas, quilombolas, residentes em áreas periféricas urbanas e da zona rural, por meio da Bolsa-Formação, no âmbito do Programa Nacional de Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), a ser executado nos Institutos Federais em todo território nacional.

Na cerimônia, ainda ocorreu o lançamento do documentário que celebra a trajetória do Programa Mulheres Mil, resgatando histórias de transformação e impactos da iniciativa na vida de mulheres de diferentes regiões do país.

O programa Mulheres Mil oferta cursos de qualificação profissional a partir da seleção de grupos de mulheres de uma mesma região ou localidade, que compartilham características socioeconômicas e um potencial de inclusão produtiva e ampliação de renda. A partir disso, são definidas as capacitações e os serviços assistenciais que potencializam os cursos e garantem o usufruto de direitos pelas estudantes.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Donald Trump impõe 15 condições para encerrar guerra contra o Irã

 


Proposta dos EUA inclui restrições nucleares, redução de mísseis e possível suspensão de sanções

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou ao Irã uma proposta de acordo para encerrar o conflito que já dura quase um mês. O plano prevê 15 medidas e a possibilidade de um cessar-fogo inicial de 30 dias para viabilizar as negociações. Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, a proposta norte-americana estabelece exigências relacionadas principalmente ao programa nuclear e ao arsenal militar iraniano.

Entre as condições apresentadas pelos Estados Unidos estão:

 

Compromisso do Irã de não desenvolver armas nucleares;

Limitação do alcance e da quantidade de mísseis balísticos;

Desativação de usinas de enriquecimento de urânio em regiões estratégicas;

Interrupção do apoio a grupos aliados no Oriente Médio, como Hamas e Hezbollah;

Criação de uma zona marítima livre no Estreito de Ormuz.

 

De acordo com o jornal The Wall Street Journal, os Estados Unidos sinalizaram a possibilidade de suspender sanções econômicas impostas ao Irã, especialmente aquelas relacionadas ao programa nuclear.

Além disso, os norte-americanos indicaram que poderiam colaborar com o desenvolvimento de um programa nuclear civil no país, desde que voltado exclusivamente para fins pacíficos e sob monitoramento internacional.

Países como Turquia, Egito e Paquistão atuam como mediadores e tentam viabilizar um encontro entre representantes dos dois países, previsto para esta quinta-feira (26). Até o momento, não há confirmação sobre a aceitação do plano por parte do governo iraniano.

Quase 40% dos estudantes brasileiros relatam já ter sofrido bullying, aponta IBGE

 


Pesquisa revela aumento na repetição dos casos e destaca principais formas de violência nas escolas

O bullying continua sendo uma realidade presente no ambiente escolar brasileiro. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, apontam que 39,8% dos estudantes entre 13 e 17 anos afirmam já ter sido vítimas desse tipo de violência. O levantamento foi realizado em 2024 em escolas de todo o país.

Além do alto número de casos, o estudo chama atenção para o aumento na frequência das agressões. Entre os alunos entrevistados, 27,2% relataram ter sofrido humilhações repetidas, ocorrendo duas ou mais vezes. Em relação a 2019, houve crescimento tanto no total de vítimas quanto na recorrência dos episódios, indicando maior intensidade do problema.

As situações de bullying estão, em grande parte, relacionadas a aspectos físicos e características pessoais. Entre os estudantes, 30,2% disseram ter sido alvo de ofensas por causa do rosto ou cabelo, enquanto 24,7% associaram as agressões à aparência corporal. Outros 10,6% relataram violência ligada à cor ou raça. Já 26,3% afirmaram não saber o motivo das agressões. O levantamento também mostra que 16,6% dos alunos já sofreram agressões físicas dentro do ambiente escolar.

A pesquisa ainda revela diferenças entre vítimas e autores. As meninas aparecem como as mais afetadas, com 43,3% relatando episódios de bullying, enquanto entre os meninos o índice é de 37,3%. Em relação aos agressores, 13,7% dos estudantes admitem já ter praticado esse tipo de violência — sendo 16,5% do sexo masculino e 10,9% do feminino. Há ainda divergências entre os relatos de vítimas e autores, especialmente em casos relacionados a gênero, orientação sexual e deficiência, o que pode indicar dificuldade de identificação ou subnotificação.

No campo da prevenção, os dados mostram que pouco mais da metade dos estudantes (53,4%) está matriculada em escolas que participam do Programa Saúde na Escola. Dentre essas instituições, 43,2% desenvolvem ações voltadas ao combate ao bullying, enquanto 37,2% adotam medidas específicas para prevenir conflitos e brigas.

Como limpar a lixeira do WhatsApp e liberar espaço no celular Android e iPhone

 


Aprenda passo a passo para apagar arquivos ocultos do aplicativo e melhorar o desempenho do seu celular

Com o uso diário do WhatsApp, é comum acumular fotos, vídeos, áudios e documentos que ocupam grande parte da memória do celular. O que muita gente não sabe é que, mesmo após apagar conversas, esses arquivos continuam salvos no aparelho.

A boa notícia é que é possível limpar esses dados e liberar espaço tanto em dispositivos Android quanto no iOS.

Além de ganhar mais memória, essa prática ajuda a evitar travamentos, lentidão e até problemas na hora de instalar novos aplicativos.

 

📱 Como limpar a lixeira do WhatsApp no Android

 

Abra o WhatsApp e toque nos três pontinhos no canto superior direito.

Acesse Configurações.

Vá em Armazenamento e dados.

Toque em Gerenciar armazenamento.

Veja os arquivos mais pesados ou mais compartilhados.

Selecione o que deseja apagar e toque no ícone da lixeira.

💡 Dica extra: para uma limpeza mais completa, acesse o gerenciador de arquivos do celular e vá até a pasta WhatsApp/Media para excluir mídias antigas.

 

🍎 Como limpar a lixeira do WhatsApp no iPhone

 

Abra o WhatsApp.

Toque em Ajustes (canto inferior direito).

Vá em Armazenamento e dados.

Selecione Gerenciar armazenamento.

Escolha conversas ou arquivos.

Toque em Apagar para liberar espaço.

💡 Dica extra: verifique também os apps Fotos e Arquivos do iPhone para excluir mídias duplicadas.

 

🍎 Como limpar a lixeira do WhatsApp no iPhone

 

Abra o WhatsApp.

Toque em Ajustes (canto inferior direito).

Vá em Armazenamento e dados.

Selecione Gerenciar armazenamento.

Escolha conversas ou arquivos.

Toque em Apagar para liberar espaço.

💡 Dica extra: verifique também os apps Fotos e Arquivos do iPhone para excluir mídias duplicadas.

 

Por que fazer isso?

 

Limpar a “lixeira” do WhatsApp regularmente é uma forma simples de manter o celular mais rápido, organizado e com espaço disponível para o que realmente importa.

 

quinta-feira, 12 de março de 2026

Anvisa aprova novos medicamentos para diabetes tipo 1, câncer de mama e doença rara

 


Registros publicados no Diário Oficial autorizam uso de três tratamentos voltados a diferentes condições de saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de três novos medicamentos voltados ao tratamento do diabetes tipo 1, do câncer de mama e do angioedema hereditário. As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União na última segunda-feira (9).

Entre os medicamentos aprovados está o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o desenvolvimento do diabetes tipo 1 em estágio 3. O tratamento pode ser utilizado por pacientes adultos e também por crianças a partir de 8 anos que já estejam no estágio 2 da doença. O diabetes tipo 1 é uma condição autoimune crônica que geralmente surge ainda na infância e pode provocar complicações graves ao longo da vida, como problemas cardíacos, renais e oculares.

Outro medicamento autorizado foi o Datroway®, destinado ao tratamento de pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo. A indicação é para casos em que o paciente já tenha realizado terapia endócrina e pelo menos uma linha de quimioterapia.

A Anvisa também aprovou o Andembry® (garadacimabe), indicado para a prevenção do angioedema hereditário. A doença genética, considerada rara, provoca episódios de inchaço intenso e doloroso em diferentes partes do corpo, podendo afetar pele, mucosas e órgãos internos. Com a aprovação, os medicamentos passam a ter registro no Brasil e poderão ser disponibilizados no país conforme as regras sanitárias e estratégias das fabricantes.

Wagner Moura será um dos apresentadores do Oscar 2026

 

 


A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta quarta-feira (11) parte dos artistas que vão apresentar categorias no Oscar 2026. Entre os convidados está o ator brasileiro Wagner Moura, que subirá ao palco para entregar uma das estatuetas da premiação.

Além de participar como apresentador, Wagner Moura também está entre os indicados da noite. Ele concorre ao prêmio de Melhor Ator pelo filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho. A produção brasileira ainda aparece em outras categorias importantes do Oscar, como Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Elenco, reforçando a presença do cinema nacional na maior premiação do cinema mundial.

A cerimônia do Oscar 2026 acontece no dia 15 de março, no Dolby Theatre, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Entre os outros artistas confirmados como apresentadores estão Nicole Kidman, Pedro Pascal, Channing Tatum e Sigourney Weaver.

 

Pesquisa aponta que maioria dos brasileiros diz não confiar no STF

 


Levantamento da Quaest mostra que 49% afirmam não confiar no Supremo, enquanto 43% dizem confiar na Corte

Uma pesquisa divulgada pela Genial/Quaest revelou que a maior parte dos brasileiros afirma não confiar no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o levantamento realizado em março, 49% dos entrevistados disseram não confiar na Corte, enquanto 43% afirmaram confiar. Outros 8% disseram não saber ou preferiram não responder.

O estudo ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Os resultados também mostram que a percepção varia de acordo com a região do país. No Nordeste do Brasil, a confiança no STF é maior: 52% dizem confiar, enquanto 38% afirmam não confiar. Já no Sudeste do Brasil, 51% disseram não confiar, contra 42% que afirmaram confiar. No Sul do Brasil, o índice de desconfiança é ainda mais elevado, chegando a 64%.

Nas regiões Norte do Brasil e Centro-Oeste do Brasil, metade dos entrevistados (50%) afirmou não confiar na Corte, enquanto 38% disseram confiar.

A pesquisa também identificou diferenças de opinião conforme a renda familiar. Entre pessoas com renda de até dois salários mínimos, 46% afirmaram confiar no STF e 42% disseram não confiar. Já entre aqueles com renda entre dois e cinco salários mínimos, a desconfiança sobe para 52%. No grupo com renda acima de cinco salários mínimos, 51% disseram não confiar no tribunal.

O posicionamento político também influencia a percepção sobre o Supremo. Entre eleitores que se identificam como lulistas, 71% disseram confiar no STF. Já entre bolsonaristas, o cenário é inverso: 84% afirmaram não confiar na Corte.

Outro dado do levantamento aponta que 72% dos entrevistados concordam com a afirmação de que o STF possui poder excessivo. Por outro lado, 18% discordam dessa avaliação, enquanto uma parcela afirmou não ter opinião formada sobre o tema.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Governo prepara antecipação do 13º salário do INSS em 2026

 



Aposentados e pensionistas podem receber abono em abril e maio para movimentar a economia

O governo federal está delineando a antecipação do pagamento do 13º salário dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para este ano de 2026. A proposta prevê que o benefício seja liberado em duas parcelas de 50% cada, integradas às folhas de pagamento de abril e maio, em vez de serem pagas tradicionalmente no segundo semestre.

A medida está sendo organizada pelo Ministério da Previdência Social e depende da edição de um decreto presidencial até o início de abril para ser oficializada. O objetivo é injetar cerca de R$ 78 bilhões na economia, beneficiando aproximadamente 35 milhões de segurados, entre aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios previstos na legislação previdenciária.

Segundo o calendário estimado, as parcelas seriam pagas de acordo com o número final do benefício (NIS), com depósitos iniciando entre o final de abril e o início de maio e seguindo até início de junho, dependendo da faixa de pagamento.

A antecipação não altera o direito ao 13º salário em si, apenas altera o período de pagamento dentro do ano, facilitando o acesso antecipado aos recursos pelos segurados e estimulando o consumo nacional ainda no primeiro semestre.

Lei que cria a Agência Nacional de Proteção de Dados é sancionada por Lula



ANPD vira agência reguladora e terá 200 novos cargos por concurso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que transforma a Autoridade Nacional de Proteção de Dados em Agência Nacional de Proteção de Dados. A mudança foi oficializada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (25).

Com a nova estrutura, a agência passa a contar com 200 cargos efetivos de especialista em regulação e proteção de dados. As vagas serão preenchidas por meio de concurso público e exigirão formação específica na área.

Segundo o governo federal, a reestruturação foi necessária por causa das novas responsabilidades do órgão. Entre elas está a regulamentação do chamado ECA Digital, que estabelece regras para proteger crianças e adolescentes no ambiente virtual. As novas normas entram em vigor em 17 de março de 2026.

A nova agência será vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, mas terá autonomia funcional, técnica, administrativa e financeira, além de patrimônio próprio. Também será criado um órgão de auditoria interna para reforçar a fiscalização.

Servidores que já atuam na estrutura atual poderão continuar na nova agência sem precisar de nova autorização do órgão de origem. Além disso, uma Medida Provisória prorrogou até 31 de dezembro de 2028 o prazo em que a cessão de servidores para a área será obrigatória. A mudança reforça o papel do Brasil na regulamentação e fiscalização do uso de dados pessoais, especialmente diante dos desafios crescentes no ambiente digital. 

Governistas questionam resultado de votação na CPMI do INSS

 


Base do governo acusa presidente da comissão de erro na contagem e anuncia representação no Conselho de Ética

Parlamentares aliados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva contestaram o resultado de uma votação realizada nesta quinta-feira (26) na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. O grupo acusa o presidente do colegiado, Carlos Viana, de erro — e até fraude — na contagem dos votos. A polêmica ocorreu durante a sessão que aprovou, entre outros requerimentos, a quebra de sigilo de Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente.

Segundo os governistas, imagens da transmissão da TV Senado indicam que ao menos 14 parlamentares da base votaram contra o requerimento. No entanto, ao anunciar o resultado, Carlos Viana contabilizou apenas sete votos contrários e declarou a aprovação da medida, o que gerou tumulto e interrupções na reunião.

O presidente da comissão afirmou que, mesmo se considerados 14 votos contrários, o governo teria sido derrotado, já que o quórum apontava 31 parlamentares presentes. Já a base rebateu, dizendo que o painel somava titulares e suplentes, o que teria inflado o número total de присутствes.

Após a sessão, deputados e senadores aliados procuraram o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, para questionar o resultado. O grupo também anunciou que apresentará uma representação contra Carlos Viana no Conselho de Ética do Senado.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

CNPJ terá letras e números a partir de 2026 no Brasil

 


Receita Federal anuncia mudança para ampliar combinações e evitar esgotamento dos registros

A partir de julho de 2026, o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) passará a ter formato alfanumérico, combinando letras e números. A mudança foi anunciada pela Receita Federal do Brasil e valerá para novas inscrições realizadas a partir da data.

Atualmente composto por 14 números, o CNPJ continuará com 14 caracteres, mas permitirá a inclusão de letras nas 12 primeiras posições. Os dois últimos dígitos permanecerão numéricos e funcionarão como verificadores.

De acordo com a Receita Federal, a alteração ocorre porque o modelo atual está próximo do limite de combinações possíveis, diante do crescimento constante na abertura de empresas no país. Com a inclusão de letras, o número de combinações aumenta significativamente, garantindo a continuidade do sistema de registros sem risco de esgotamento.

Empresas que já possuem CNPJ não precisarão fazer qualquer alteração. Os cadastros atuais permanecem válidos. A mudança impactará principalmente novas empresas abertas a partir de julho de 2026 e exigirá atualização de sistemas de emissão de notas fiscais, softwares contábeis, bancos de dados e plataformas que utilizam validação automática do cadastro.

A medida integra o processo de modernização dos cadastros empresariais no Brasil e busca assegurar maior eficiência e sustentabilidade no registro de pessoas jurídicas.

 

ANVISA determina apreensão de lotes falsificados de Mounjaro e Botox

 


Agência anuncia proibição de comercialização e uso após fiscalização identificar irregularidades

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou a apreensão de lotes falsificados do medicamento Mounjaro e da toxina botulínica conhecida como Botox após identificar irregularidades em produtos encontrados no mercado brasileiro. A decisão foi publicada na última sexta-feira (20/2) e inclui a proibição de armazenamento, comercialização, distribuição, importação e uso dos itens adulterados.

No caso do Mounjaro, fabricado pela Eli Lilly do Brasil, foram detectadas unidades do lote D838838 com diferenças visíveis em relação ao produto original, como falhas na impressão do rótulo e inconsistências nas informações de embalagem, o que levantou suspeitas de falsificação. A fabricante oficial comunicou a irregularidade às autoridades sanitárias.

Quanto ao botox, a farmacêutica AbbVie apontou que o lote C7936C3 não consta em seus registros oficiais, com datas de fabricação e validade incompatíveis com o produto legítimo, indicando possível adulteração. Esses lotes também foram alvo da determinação de apreensão e estão proibidos de circular no país.

A ANVISA orienta que consumidores, clínicas e profissionais de saúde verifiquem cuidadosamente a procedência, número de lote e integridade das embalagens antes de adquirir ou aplicar medicamentos, e interrompam o uso caso haja suspeita de irregularidade.

Prazo para complementar inscrição do FIES 2026 termina nesta terça-feira

 


Pré-selecionados têm até as 23h59 desta terça (24) para atualizar dados e seguir no processo de financiamento

Os estudantes pré-selecionados na chamada única do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) 2026 têm até as 23h59 desta terça-feira (24) para complementar as informações fornecidas no momento da inscrição inicial e avançar no processo de contratação do financiamento estudantil.

A etapa de complementação é obrigatória e deve ser feita no sistema FiesSeleção, acessado com login e senha da plataforma Gov.br. Nessa fase, os candidatos precisam confirmar e detalhar dados que não foram solicitados na inscrição inicial, como confirmação de endereço e contatos, composição do grupo familiar, semestre de ingresso na faculdade, percentual de financiamento desejado, escolha do banco para formalização do contrato e valor da mensalidade.

O resultado da pré-seleção para o primeiro semestre de 2026 foi divulgado pelo Ministério da Educação na última quinta-feira (19). Nesta etapa também está prevista a possibilidade de quem foi pré-selecionado para uma vaga do FIES Social solicitar a contratação do financiamento integral, com cobertura de até 100% dos encargos educacionais.

Quem não completar a inscrição dentro do prazo pode perder a oportunidade de seguir no processo de contratação do financiamento.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Marcelo Batalha e o Deputado Federal Hildo Rocha participam de agenda do Governador Carlos Brandão em Ribeirãozinho do MA

 


O Líder Político e Pré-Candidato a Prefeito de Buriticupu/MA, MARCELO BATALHA, esteve participando em Ribeirãozinho/MA, da agenda do Governador do Estado Carlos Brandão na oportunidade acompanhou a entrega de Um Restaurante Popular e mais + 4 KM de asfalto na estrada do Curtume.

O governo do Maranhão investe em infraestrutura e mobilidade que estão fazendo  a diferença nos municípios. Um dos exemplos é a pavimentação da estrada  dos curtumes que liga Ribeirãozinho do Maranhão ao maior polo coureiro do Estado. O couro produzido na região é exportado para dezenas de países e gera mais de 2 mil empregos diretos.

O líder político esteve acompanhado do Deputado Federal HILDO ROCHA, e de várias lideranças políticas daquele município. “Participamos de mais um importante momento de articulações políticas e reforço das demandas de interesse da População do Maranhão e de Buriticupu”.

Em outro momento também participamos de mais uma importante reunião com nossa população de Buriticupu para apresentar os nossos Deputados Federal Hildo Rocha e Estadual Neto Evangelista. Foi um momento de diálogo, escuta e compromisso com o futuro da nossa gente.  Seguimos firmes, trabalhando por mais desenvolvimento e oportunidades para todos!

MARCELO BATALHA vem mostrando liderança e consolidando alianças políticas importantes no estado para as eleições de 2026, acompanhado de lideranças da comunidade, a aliança firmada com o deputado federal HILDO ROCHA ganha força politica em Buriticupu e no estado do Maranhão.