Com a proximidade do fim da pandemia e o
reaquecimento da economia, um dos setores mais afetados nestes anos de Covid-19
deu fortes sinais de recuperação em 2021: o turismo.
Depois de ver o número de passageiros embarcados cair de 6,5 milhões em 2019 para 3,3 milhões em 2020, a Associação Brasileira das Operadores de Turismo (Braztoa) divulgou, em seu anuário, o balanço do ano passado: foram 7,4 milhões de embarques realizados via compra de pacotes com as empresas associadas, número recorde para o segmento.
Os dados apontam para um crescimento de 124,6% em comparação a 2020 e de 14,1% em relação a 2019, último ano sem os efeitos da pandemia. Em relação ao faturamento, as operadoras de turismo ainda buscam repor as perdas.Em 2021, foram R$ 7,1 bilhões, número 44% menor do que o alcançado em 2019 (R$ 15,1 bilhões).
A explicação é o grande número de remarcações devido às restrições para viagens impostas globalmente em função da Covid-19, o que justifica a alta nos embarques no período posterior pós-pandemia sem a compensação no faturamento.
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